sexta-feira, 3 de junho de 2011

TELEVISÃO - 2º. TEMPO DE ANTENA

GARCIA PEREIRA NOS ESTALEIROS NAVAIS DE VIANA DO CASTELO

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O camarada Garcia Pereira, acompanhado pelas candidaturas do Partido em Viana do Castelo e Porto, reuniu-se no decurso desta campanha eleitoral com a Comissão de Trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

A CT denunciou as intenções da administração de querer descapitalizar a empresa – o fundo de pensões está já descapitalizado (dos 24 milhões euros que deviam existir, existem somente 13 milhões).

A CT também denunciou que a reestruturação que a empresa se prepara para fazer, com os seus homens de mão contratados recentemente - possuindo no curriculum o desmantelamento de outras empresas -, é para efectivamente acabar com a empresa.

O camarada Garcia Pereira corroborou estas preocupações dos trabalhadores, acusando os diversos governos, desde os de  Cavaco Silva até aos de Sócrates, de cumprirem os ditames da União Europeia de levarem Portugal a abandonar o mar.

Quanto aos Estaleiros, afirmou que “está em curso um plano de aniquilamento desta empresa. Por exemplo não tendo nenhuma perspectiva para os estaleiros e amanhã virem invocar o desequilíbrio económico-financeiro assim criado para justificar primeiro o lay-off, algumas rescisões voluntárias e depois um despedimento colectivo”.

Garcia Pereira sublinhou ainda que seria um crime para a região e para o país deixar que os Estaleiros Navais fossem “abatidos ou desmantelados”.


RÁDIO - 2º. TEMPO DE ANTENA

quinta-feira, 2 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ENCONTRO

DEFENDER A TAP

DESMONTAR UMA ENCENAÇÃO

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NOTA À IMPRENSA


OS DIRECTORES DE INFORMAÇÃO DA RTP, SIC E TVI MENTEM E ESCONDEM A SUA RESPONSABILIDADE
NUM SIMULACRO DE DEBATES

Os Directores de Informação da RTP, SIC e TVI, desesperados com a derrota que a sua atitude antidemocrática sofreu com o recente deferimento da providência cautelar decretada pelo Tribunal de Oeiras, levaram a cabo uma encenação demagógica e provocatória a respeito da ausência de Garcia Pereira e da candidatura do PCTP/MRPP no simulacro que ensaiaram com as gravações de debates.

E fizeram-no, escamoteando acintosamente as razões dessa ausência aos espectadores e aos restantes partidos que aceitaram as condições repudiadas pelo PCTP/MRPP.

Com efeito, como era sobejamente do conhecimento dos senhores directores de informação condenados pela sentença judicial que decretara a providência cautelar, a candidatura do PCTP/MRPP não só foi quem requereu essa providência como nunca se recusou a debater.

O que não significa que estivesse disposta a embarcar em manobras que pusessem em causa o seu objectivo inicial, sancionado pela decisão judicial - o respeito pelo princípio da igualdade de oportunidades relativamente aos cinco partidos que as televisões haviam seleccionado para debates entre si.

Foi por essa razão que a candidatura do PCTP/MRPP, confrontada com a intenção da RTP, SIC e TVI de realizar debates em condições de tempo, lugar e modo desiguais em face dos que havia servilmente proporcionado aos 5 partidos da sua preferência, manifestou imediatamente aos directores de informação responsáveis por aquela ilegalidade a sua total discordância, exigindo que os debates em causa tivessem lugar prioritariamente com aqueles partidos, fossem transmitidos em directo em cada um dos canais e tivessem igual duração.

Foi exclusivamente pelo facto de as direcções de informação não terem até agora assegurado aquelas condições que esta candidatura não aceitou o simulacro de debates pretendido pelos canais televisivos em causa.

Como é evidente, a candidatura do PCTP/MRPP, como partido extra-parlamentar mais votado, não cede nos princípios por que sempre se vem batendo em matéria de eleições democráticas, independentemente das posições que outras candidaturas possam assumir de debater a qualquer preço.

Para aqueles que hoje se queixaram de se terem levantado muito cedo para estarem a tempo nas gravações, deveriam antes pensar que uma situação dessas não se colocaria se os debates se tivessem realizado em directo, como o PCTP/MRPP legitimamente exigiu e que as direcções de informação esconderam dos candidatos em causa.

Não podemos ainda deixar de denunciar a falsidade veiculada nos telejornais das televisões em causa de que nenhum dos restantes partidos tivesse aceite participar nestes debates, para além da CDU - é que o PS declarou por escrito não ter sido contactado para o efeito.

Tal como sempre o dissemos e reafirmamos, a candidatura do PCTP/MRPP esteve e estará disponível para debater, mas em igualdade de circunstâncias com os partidos que antes já debateram entre si e em directo.

A Comissão de Imprensa da Candidatura Nacional do PCTP/MRPP

Lisboa, 31 de Maio de 2011