quinta-feira, 21 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
A CENSURA A POSTOS, MAIS UMA VEZ...
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Publicamos uma carta do Partido enviada à Comissão Nacional de Eleições, contestando e denunciando os critérios ditos jornalísticos por parte da televisão pública (RTP).
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“Exmo. Senhor Presidente da Comissão Nacional de Eleições
Como é sabido, foi já publicado no Diário da República o decreto que marcou as eleições legislativas antecipadas para o próximo dia 5 de Junho de 2011.
Nos termos da legislação eleitoral em vigor, a partir deste momento devem ser observadas as disposições legais que consagram o tratamento igual e não discriminatório de todas as candidaturas que se apresentarem àquele sufrágio, isenção e igualdade de tratamento essas que obrigam todas as entidades públicas e privadas, em particular as empresas de comunicação social.
Por outro lado, cabe à Comissão Nacional de Eleições garantir a democraticidade das eleições, adoptando as medidas adequadas para fazer respeitar e cumprir aquelas obrigações.
Acontece que começaram já a surgir informações na imprensa, segundo as quais os vários canais televisivos, incluindo a RTP, se preparam para dar cobertura jornalística apenas aos partidos que até à dissolução da Assembleia da República dela faziam parte, dos quais são já sobejamente conhecidas as respectivas posições politicas.
O PCTP/MRPP, que irá concorrer por todos os círculos eleitorais, reclama desde já e antes que seja demasiado tarde, que essa Comissão tome urgentemente medidas para impedir que sejam silenciadas nestas eleições as correntes de opinião, como a do nosso Partido, que se candidatam em pé de igualdade com qualquer outro partido ou coligação.
Importa, pois, que a CNE obste a que sejam realizados debates apenas entre as forças políticas que têm estado representadas no Parlamento, sob pena de ficar mais uma vez comprometida a democraticidade destas eleições, num momento em que se impõe mais do que nunca que o povo português seja confrontado com todas as alternativas e programas face à crise económica e determinar, assim, o sentido da sua escolha.
Lisboa, 17 de Abril de 2011
A Candidatura Nacional do PCTP/MRPP”
sexta-feira, 8 de abril de 2011
PORTUGAL JAZZ - OEIRAS 2011
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PORTUGAL JAZZ - MYRA MELFORD + CONVIDADOS
08-04-2011
Sexta, às 21h30
Local: Auditório Municipal Eunice Muñoz
Ocasião única para ouvir este sexteto formado por alguns dos mais relevantes músicos e pedagogos portugueses lado a lado com a pianista norte-americana Myra Melford.
Figura de proa da música criativa do outro lado do Atlântico, Melford cultiva o gosto pelas raízes do jazz, ou não fosse ela uma nativa de Chicago. Ao mesmo tempo, procura incessantemente novos caminhos, cruzando elementos provindos de diversos géneros e mesmo de outras disciplinas artísticas. Professora na Universidade da Califórnia, em Berkeley, tem desenvolvido e leccionado cursos de jazz contemporâneo e de improvisação.
Com Myra Melford (piano), Paulo Gaspar (clarinete), José Menezes(saxofone), Mário Delgado (guitarra), Mário Franco (contrabaixo) e Eduardo Lopes (bateria).
BILHETES À VENDA (5 €, plateia e balcão) - Auditório Municipal Eunice Muñoz (tel. 214 408 411), dias do espectáculo, a partir das 15h00.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
LUTAR!
Nota à Imprensa
Sócrates mesmo demitido prossegue a venda e ruína do país
1. Apesar de demitido, mas à pala de um estatuto de governo com plenos poderes conferido pelo Presidente da República, o governo de Sócrates decidiu agora aquilo que ainda ontem negara a pés juntos jamais fazer – recorrer a uma intervenção directa de saque e rapina por parte dos grandes grupos financeiros nos destinos do país, à custa de uma ainda maior exploração e miséria do povo português.
2. A situação de endividamento progressivo e sem saída a que Portugal chegou tem como únicos responsáveis o governo de Sócrates e a política de bloco central com o PSD, com a cumplicidade da chamada oposição de esquerda parlamentar que nunca se empenhou no seu derrubamento.
3. Tal como o PCTP/MRPP já declarou, o país não tem um problema de dívida, mas sim um problema de desemprego, de fome e de miséria.
4. Como também temos vindo a defender, o povo português não tem que pagar uma dívida que não contraiu, pelo que a única ajuda que Portugal pode esperar da União Europeia é que essa dívida seja anulada e não - como agora se preparam para fazer Sócrates demissionário e Passos Coelho - admitir da parte da Alemanha e do FMI a aplicação de medidas de austeridade ainda mais ferozes e brutais do que as do PEC recentemente rejeitado.
5. O PCTP defendeu já e reitera agora que o actual governo, como mero governo de gestão, para além de dever ser definitivamente enterrado, não tem sequer poderes para adoptar medidas como as que foram anunciadas por Sócrates, pelo que existe um motivo redobrado para que os trabalhadores prossigam a sua luta contra essa política e imponham a constituição de um governo democrático e de esquerda, composto por todas as forças políticas e personalidades de esquerda empenhadas em impedir que Portugal e o povo português fiquem reféns da dívida pública, governo esse que defina um programa de desenvolvimento económico em benefício de quem trabalha e assente na defesa da independência nacional.
Lisboa, 7 de Abril de 2011
Comissão de Imprensa
do PCTP/MRPP
sexta-feira, 1 de abril de 2011
SOBRE A INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Nota à Imprensa
Lisboa, 1 de Abril de 2011
Sobre a recente intervenção do Presidente da República
A recente intervenção do Presidente da República ao país merece do PCTP/MRPP as seguintes observações:
1. O Presidente da República deveria ter-se restringido exclusivamente a uma simples declaração a anunciar a dissolução da Assembleia da República e a consequente convocatória de eleições antecipadas para a data escolhida.
2. Tudo o que disse para além disto exorbitou das suas competências e representou uma inadmissível tentativa de condicionar o debate e a liberdade de escolha dos cidadãos no acto eleitoral que vai ter lugar.
3. Na verdade, o Presidente da República, não só não tem que atirar para cima do povo português a responsabilidade pela calamitosa situação económica e social para que os partidos do poder lançaram o país, como também lhe estava e está vedado pronunciar-se sobre o que entende dever ser a próxima governação do país.
4. Ainda por cima, fê-lo defendendo que a única alternativa de governo reside precisamente nos partidos responsáveis pelo contínuo e imparável agravamento da miséria, da fome e do desemprego para quem vive da sua força de trabalho.
5. O PCTP/MRPP também não pode deixar de opor-se ao entendimento do Presidente da República segundo o qual o governo demitido de Sócrates, agora como mero governo de gestão, poderia continuar a aplicar a política que foi já condenada na rua e no Parlamento e chegar até ao ponto de entregar de vez o país ao saque da banca e monopólios internacionais.
6. O PCTP/MRPP, ao participar nestas eleições, empenhar-se-á em mobilizar o povo português, em particular os operários, os jovens, os desempregados e os reformados, para lutar e impor uma alternativa que consiste na constituição de um governo democrático e de esquerda com vista a defender a independência nacional e a resolver os problemas do Povo Português, com um programa de desenvolvimento económico e um plano de combate ao desemprego, e que passa, entre outras medidas pelo repúdio da dívida pública que não foi contraída pelo povo português e de que este em nada beneficiou.
Lisboa, 1 de Abril de 2011
A Comissão de Imprensa
do PCTP/MRPP
quinta-feira, 31 de março de 2011
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